quinta-feira, 26 de março de 2009

Vai começar...




...E ainda bem que o sistema baseado no número de vitórias (deixo aqui a minha opinião, que é igual a de quase todos: é ridículo) para definir o campeão foi vetado pela FOTA, em um episódio muito, mas muito mal explicado.

O pior, ou tão ruim quanto, é o que foi aprovado para 2010: o limite orçamentário. Não que eu seja contra, o problema é que ele será opcional: haverá diferenças para os que se enquadrarem no teto (asas móveis, motores sem limite de giros e com desenvolvimento permitido, por exemplo). Os que preferirem a liberdade orçamentária deverão seguir o regulamento atual.

Então teremos a "F-1 A" e a "F-1 B", duas categorias em uma. Essa não é a F-1 que eu conheço e gosto desde que "nasci". Vai virar uma espécie de FIA GT.

Nada conta o FIA GT, que fique bem claro.

Falando de F-1 2009, os polêmicos difusores de Toyota, Brawn GP e Williams (veja imagens dos difusores aqui) foram aprovados na vistoria da FIA. Mas "águas ainda vão rolar" nesta história.

As postagens serão assim mesmo agora, não tenho como manter a frequência de antes. Estarei por aqui sempre que possível.




Olha aí o Buemi jogando tênis... será que ele deixaria seu compatriota, Roger Federer, orgulhoso?

terça-feira, 17 de março de 2009

M**** no ventilador


Um "belo" assunto para a volta ao blog...



Tio Bernie, Max Mosley e cia. estão loucos mesmo... Qual é a intenção deste novo sistema, no qual o número de vitórias é o que vale?

Eu discordo totalmente deste sistema. Nem preciso esperar o campeonato começar para saber no que vai dar (o que vou escrever abaixo é apenas uma hipótese).

Imaginem este cenário: GP da Itália, 13ª prova do campeonato. Até então, o número de vitórias estaria igualmente dividido entre quatro pilotos: Alonso, Massa, Button e Barrichello, cada um com 3 vitórias e dividindo sempre as quatro primeiras posições.

Eis que em Monza a McLaren, vindo de péssimas atuações, sequer marcando pontos e dada como carta fora do baralho, encontra uma solução milagrosa. A partir de então o carro apresenta um rendimento impressionante. Resultado: Hamilton, que não tinha marcado pontos, vence quatro corridas, mas abandona uma, que Kovalainen vence. O inglês sagraria-se bicampeão.

É justo? Faz algum sentido? Não sou bom em matemática, mas imaginando os quatro pilotos citados no início dividindo as primeiras posições nas 12 provas, pelo menos um deles teria mais do que os 40 pontos que seriam somados por Hamilton neste meu exemplo (que acredito não ser uma possibilidade tão remota).

Estou muito chateado... esta temporada tinha tudo para ser das mais disputadas...

quarta-feira, 4 de março de 2009