Mas o 2013 do jovem de Guadalajara não foi dos melhores. No início da temporada, ele foi duramente criticado por outros pilotos do grid - incluindo Jenson Button, seu companheiro de equipe no time de Woking - pelo excesso de agressividade na pista. Em um ano muito irregular, o melhor resultado veio no GP da Índia, no qual Pérez conquistou o quinto lugar.
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Ainda não se sabe o que será do mexicano na F1, mas o que se sabe é que o caminho fica totalmente aberto para Kevin Magnussen, integrante do programa de jovens talentos da McLaren, estrear na equipe comandada por Martin Whitmarsh na próxima temporada.
Aqui, a carta de despedida do piloto, a quem possa interessar. Fato é que ninguém se sustenta em um cockpit de uma equipe grande da F1 apenas com o status de promessa. O time quer resultados - bons e constantes -, e isso não aconteceu nesta temporada para Sergio Pérez.
2 comentários:
Eu vi isto como uma declaração de independência da Mclata.
A história de que Perez era um paydriver incomodava muito lá em Woking.
Agora sim começo a acreditar que Perez não era um paydriver, se fosse, não teria perdido o posto tão rápido.
Ele levava apoio, mas a inconstância e - segundo alguns - a personalidade, foram fundamentais para o fim da parceria.
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