
O automobilismo não é tudo
Andam dizendo por aí que o automobilismo não é tudo. Devem ter razão.
Afinal, automobilismo é um esporte fútil, no qual um bando de “malucos” pilotam seus carros para ver quem é o mais rápido. Mais “malucos” são os que assistem a isso e gostam. Para estes, também, o automobilismo não é tudo.
É “apenas” emocionar-se quando aquele piloto de quem tanto gosta alcança a tão sonhada vitória ou o título, é vibrar com uma ultrapassagem ao ponto de levantar da cadeira e cerrar o punho como se estivesse comemorando um feito próprio, é parar de fazer o que estiver fazendo para ouvir alguma notícia relacionada ao assunto, é “dispensar” quem quer que seja no horário da corrida. É “apenas” colecionar tudo que pode desde miniaturas, passando por livros, fotos, recortes de jornal, ingressos de uma corrida.
É “apenas” sentir cada pêlo do corpo se arrepiar ao ouvir pessoalmente pela primeira vez o “ronco” do motor de um carro de corrida e continuar a sentir isso nas outras vezes, é sorrir e ficar agitado - qual uma criança quando ganha um brinquedo – no momento em que entra no autódromo, é ter sentimentos que não podem ser explicados, é esquecer-se do dia-a-dia, sentir-se feliz.
Enfim, como dizem por aí, o automobilismo não é tudo. Devem ter razão.
Afinal, automobilismo é um esporte fútil, no qual um bando de “malucos” pilotam seus carros para ver quem é o mais rápido. Mais “malucos” são os que assistem a isso e gostam. Para estes, também, o automobilismo não é tudo.
É “apenas” emocionar-se quando aquele piloto de quem tanto gosta alcança a tão sonhada vitória ou o título, é vibrar com uma ultrapassagem ao ponto de levantar da cadeira e cerrar o punho como se estivesse comemorando um feito próprio, é parar de fazer o que estiver fazendo para ouvir alguma notícia relacionada ao assunto, é “dispensar” quem quer que seja no horário da corrida. É “apenas” colecionar tudo que pode desde miniaturas, passando por livros, fotos, recortes de jornal, ingressos de uma corrida.
É “apenas” sentir cada pêlo do corpo se arrepiar ao ouvir pessoalmente pela primeira vez o “ronco” do motor de um carro de corrida e continuar a sentir isso nas outras vezes, é sorrir e ficar agitado - qual uma criança quando ganha um brinquedo – no momento em que entra no autódromo, é ter sentimentos que não podem ser explicados, é esquecer-se do dia-a-dia, sentir-se feliz.
Enfim, como dizem por aí, o automobilismo não é tudo. Devem ter razão.
P.S.: antes que eu me esqueça, este texto está devidamente registrado em cartório. Não sou nenhum "Machado de Assis" mas cuido do que é meu.

Um comentário:
Graças a Deus cê não é o Machado de Assis, odeio pronome de caso obliquo e mesóclise... hehehhe
Foi um belo texto, e me ponho alinhado aos malucos que ficam sentados assistindo.
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